Bancos Oferecem de Cursos a Renegociações em Semana da Educação Financeira; Veja Opções

Santander investe em lives e conteúdos ricos com especialistas para ampliar a educação financeira no país.

Começou na última segunda-feira (23), a sétima Semana Nacional de Educação Financeira, uma iniciativa do CONEF (Comitê Nacional de Educação Financeira) para incentivar estratégias que conduzam a sociedade brasileira ao planejamento e utilização consciente das finanças.

O evento é apoiado pelos bancos do país, que estão oferecendo, além de renegociações, orientações aos clientes até mesmo pelas centrais de atendimento por telefone.

A estimativa é que mais de 6,3 mil ações aconteçam até o próximo domingo (29). O tema deste ano remete a crise gerada pela pandemia do novo coronavírus e como o consumidor pode ter resiliência financeira para atravessar a crise.

“Mais do que nunca é importante falar do planejamento, da poupança e do uso consciente de seus recursos financeiros”, declarou Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, durante cerimônia virtual que abriu o evento. 

Santander 

O Santander preparou conteúdos especiais sobre educação financeira para seus clientes e também funcionários de empresas clientes que recebem seus salários pelo banco. Até o dia 29 de novembro, a instituição financeira vai oferecer dicas básicas sobre o tema por meio do SAC (serviço de atendimento ao cliente), no telefone 0800 762 7777. 

Além disso, o Santander vai disponibilizar orientações por meio de posts em suas redes sociais. Para tanto, é necessário seguir os perfis do banco no Instagram, Facebook, Linkedin, Twitter, e Youtube.  

Lives 

A programação do Santander ainda terá um conteúdo especial nesta quinta-feira (26), quando será feita uma live, em seu canal no YouTube. A transmissão está prevista para se iniciar às 19h.

Para o Empreendedor

O Santander possui também um programa destinado a empreendedores de pequeno e médio porte que precisam de apoio na gestão financeira. Ele se chama ‘Programa Avançar’.

Para informações, os interessados deverão acessar o link do banco para pessoas jurídicas. Outra opção é a live de Educação Financeira do ‘Parceiros em Ação’, que é transmitida no canal ‘Tamo Junto’ do banco Santander, no YouTube. 

Perfis de Clientes

Quem anda no vermelho, pode também aproveitar o período para receber orientações financeiras. O Santander vai apontar possíveis cortes de gastos e formas de renegociar débitos. Já para quem anda no azul, as dicas vão se concentrar no planejamento para gastos futuros e investimentos para cada quadro de cliente. 

Outras Opções

Quem também integra a série de ações que estão sendo propostas para esses dias é a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A lista de atividades inclui palestras, eventos ao vivo, webinars e vídeos, dentre eles conteúdos mais curtos que abastecem as redes sociais do órgão. 

Desde segunda-feira, a Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) vem fazendo lives diárias de 20h às 21h com a mediação de Reinaldo Domingo, presidente da entidade. O tema dos encontros tem sido “Acessibilidade e Educação Financeira”, que tem como público-alvo portadores de alguma necessidade especial ou representantes de instituições que tenham como prioridade o assunto. 

Quem Integra a Iniciativa? 

Com o apoio dos bancos, oito órgãos compõem o fórum: Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), Superintendência de Seguros Privados (Susep), Ministério da Educação, Secretaria Nacional do Consumidor do (Senacon) do Ministério da Justiça e Segurança Pública e secretarias do Tesouro Nacional e de Previdência do Ministério da Economia. 

Reflexos da Falta de Educação Financeira 

Em outubro deste ano, uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostrou que 61,8% dos consumidores brasileiros estão endividados, a taxa é superior às registradas em setembro deste ano (61,7%) e o mesmo período do ano passado (59,8%). 

Em junho, o mesmo índice detalhou o perfil das pessoas com débitos a serem quitados. Em geral, são famílias que recebem menos de 10 salários mínimos, possuem dívidas de curto prazo e não têm a famosa reserva de emergência. Entre fevereiro e junho deste ano, a taxa de inadimplência subiu de 24,1% para 25,4%. Já em outubro, o patamar chegou a 26%, abaixo dos 26,5% de setembro, mas superior aos 24,7% de outubro de 2019. 

         
Da Redação
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